O Zoológico de Brasília celebrou no último sábado (16/5) a reinauguração do seu Museu de Ciências Naturais, um marco significativo para o espaço cultural e educativo. Após um período de fechamento que se estendia desde 2022, o museu reabre suas portas com um acervo enriquecido e a promessa de novas atrações para o público do Distrito Federal e visitantes.
A reabertura foi calorosamente recebida pelo diretor-presidente do Zoológico, Wallison Couto, que classificou a iniciativa como uma “conquista gigante”. Couto também adiantou que esta é apenas uma das muitas melhorias planejadas para o complexo, indicando um futuro promissor para o tradicional ponto turístico da capital.
Um Acervo que Conta Histórias
O coração do museu reside em suas quase 200 peças biológicas, que exibem a diversidade da vida em diferentes estágios de conservação. Entre as preciosidades, encontram-se animais taxidermizados, espécimes preservados em meio líquido e uma impressionante coleção de esqueletos. Um dos grandes destaques é o esqueleto da icônica elefante-asiática Nely, a primeira habitante do Zoológico de Brasília, cuja presença remete aos primórdios da instituição.
Outra adição notável ao acervo é o esqueleto da girafa Yvelize, que residiu no zoológico até 2018. Essas peças não apenas oferecem uma visão fascinante da anatomia animal, mas também servem como ferramentas valiosas para a educação ambiental e a pesquisa científica, conectando o passado à curiosidade do presente.
Mais que um Museu: Revitalização Abrangente
A iniciativa de revitalização do Zoológico não se limitou ao museu. Coincidindo com a reabertura, o principal complexo de banheiros foi modernizado e disponibilizado ao público, melhorando significativamente a infraestrutura para os visitantes. Além disso, uma quadra esportiva foi inaugurada, ampliando as opções de lazer e recreação dentro do parque.
As autoridades presentes, como o secretário de Meio Ambiente, Rafael Santana, e a secretária da Mulher, Gisele Ferreira, enfatizaram a importância do Zoológico como um espaço de memória afetiva e aprendizado. Santana destacou a capacidade do local de evocar lembranças familiares, enquanto Ferreira ressaltou o valor do contato com a natureza e o conhecimento que ele proporciona, transformando a experiência dos visitantes.
